31 de janeiro de 2015

A perdição das lojas de bebé.

Ando na saga da preparação das roupinhas do baby Dinis. Lavar, passar e organizar (confesso que se não fosse a preciosa ajuda da minha mãe já não estava a achar grande piada à coisa, dada a quantidade de roupa que há para tratar). Mas bem, no meio desta organização toda, reparei que desta vez a par das minhas lojas de criança de eleição (Laranjinha, Knot, Girandola) são diversas as peças e miminhos que comprei para o Dinis na Zippy e que acho a coisa mais fofa! Por vezes, nem sempre são nas lojas mais caras que encontramos o que queremos.

[E não, não tenho infelizmente patrocínio nenhum do Sr.Belmiro. Era doce, era!]

Ursinho para dormir e ursinho de corda, com música.

Meias. Porta documentos.
Conjunto cinzento. Necessaire.
Manta.

30 de janeiro de 2015

O nome do príncipe.


A escolha do nome do nosso príncipe não foi fácil. Aliás, acho que a escolha do nome de um bebé é algo tão pessoal e tão importante que acredito que nenhum pai o faça de ânimo leve. Por cá, depois do nosso mais querido príncipe Diogo, aguardamos ansiosamente pelo nosso pequenino príncipe... Dinis. ♥

Estamos encantados, com o nosso mundo cada vez mais azul. Agora que comecem as decorações, arrumações e preparação da sua (tão aguardada) chegada!

30 semanas.

© http://tresquartosdetudo.blogspot.pt/

Ui que isto está a passar rápido. Demasiado rápido! Tic tac...

Balanço:
Início de gravidez: 50 kgs
30 semanas: 60 kgs (começo a ficar preocupada!)

29 de janeiro de 2015

E agora que a chuva voltou relembramos o sol.

São muitas as vezes que a cama chama por mim e que me custa sair de manhã e aproveitar as primeiras horas do dia. Mas no fim de semana o sol chamou por nós e levou-nos bem cedo até à baixa do Porto. E soube-nos mesmo bem aproveitar a nossa cidade e os espaços giros que agora a preenchem. O Porto está cada vez mais de parabéns. Cada vez mais apetece estar cá. E isso é bom demais.

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28 de janeiro de 2015

Eu pelo instagram... (janeiro)


http://instagram.com/misslilypereira/

Legos. Presente de ano novo do maridão. As caixas "itech" cá de casa que me recuso a deitar fora. Desenhos, a nova paixão. Miminhos. Passeio bom. Tarte de maçã. Sol, e mais passeio.

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Auschwitz: a viagem. (parte 1)

E porque passaram 70 anos da libertação de Auschwitz. E porque foi das viagens que mais me marcou. E porque não devemos esquecer este passado tenebroso e tão, mas tão recente... aqui fica novamente um post que partilhei no meu antigo cantinho.
...

Aqui há dias no blog da Audrey Deal falou-se de vendas no Ebay de roupas de pessoas vítimas do holocausto. Vários tipos de pertences pessoais. Sei que não me devia chocar, porque há gente capaz de tudo e sabemos bem que tudo se vende e tudo se compra. Neste mundo há malucos para tudo. Mas confesso que não consegui ficar indiferente. Saber disto mexeu comigo. Não é algo com que consiga brincar, ou fazer piadas. 
E numa troca de comentários e mensagens, prometi fazer um post (ou vários que um não chega) sobre a minha visita à Polónia e mais concretamente a dois dos mais conhecidos campos de concentração. 

Sei que o tema deste post foge um pouco da linha editorial, digamos assim, deste blog. Ou talvez não. A verdade é que os campos de concentração, o extermínio inqualificável levado a cabo pelos nazis aconteceu, esta realidade existiu, bem pertinho de nós, e o mais chocante é que foi possível num tempo não tão distante do nosso. "Foi ontem!" E quer queiramos quer não esta sombra faz parte da História e até da "nossa História". Um dia quero que o meu filho saiba o que se passou. Que saiba o que foi o Holocausto e que perceba a gravidade das leviandades e atrocidades que se viveram nestes campos. Não quero de todo que pense que tudo não passou de um filme. Quero que distinga "A guerra das Estrelas" da "Lista de Schindler", por exemplo. 

Posto isto, em 2011, visitei a Polónia. Foram uns dias surpreendentes. Se me perguntassem se a Polónia era um país que estava na minha lista de viagens a concretizar, diria que não. No entanto, esta viagem proporcionou-se (o meu irmão trabalha lá) e eu adorei. E quero muito voltar. Conheci uma das cidade mais bonitas que já tive oportunidade de visitar: "Wroclaw". Estive também em Cracóvia e fiz algumas visitas que me sensibilizaram bastante. Fabrica de Schindler; Bairro judeu; Campo de concentração de Auschwitz I e Auschwitz-Birkenau II, são exemplos de visitas que me marcaram e que jamais esquecerei.

Quando cheguei ao Campo de concentração de Auschwitz I , aquele cujo portão toda a gente reconhece de filmes e documentários, uma atmosfera pesada caiu sobre mim e sobre todos os visitantes. A verdade é que em todo o caminho feito de Cracóvia até lá me pareceu surreal... não havia uma única placa, indicação o que fosse que referisse "Auschwitz" ou outra qualquer coisa semelhante. O mini-bus seguia sim, placas que indicavam "Oświęcim". Vim a saber depois que os alemães aquando da invasão da Polónia mandaram alterar todas as placas e nomes de praças, ruas, vilas, cidades, tudo,... para alemão. Assim "Oświęcim" é o nome da localidade onde se encontram os campos de concentração e "Auschwitz" é a sua tradução para alemão.

O "Arbeit macht Frei" ("O trabalho liberta" ou "Trabalho nos torna livres") portão. (Auschwitz I )
Cercas e vedações... (Auschwitz I )

Percebi também que toda esta história ainda tem um peso brutal no olhar de todos os polacos. Pelo que soube, pelo meu irmão, a geração dos amigos dele na casa dos 20-30 anos é a primeira geração complemente livre (depois da invasão dos alemães vieram os soviéticos) e muitos deles não conseguem falar sobre estes assuntos, têm dificuldade em visitar os campos (muitos deles nunca o fizeram) e todos os dias dão graças pela vida que têm hoje, muito diferente da dos seus pais e avós.

A visita ao campo de concentração de Auschwitz I, começou com um breve comentário da guia que nos ia fazer a visita sobre o ambiente de respeito e silêncio que se deveria manter ao longo de toda a visita ao campo. A realidade é que estávamos num gigante cenário de horrores, cada recanto, cada pedaço de chão, cada pedra, cada parede, cada edifício, cada cerca,... estavam carregados de um peso brutal. Sentia-se o ambiente pesado em todo o lado.
A guia que nos acompanhou (tal como todos os outros) além da intensa formação, tinha ligação de alguma forma direta ao holocausto. Ou seja, cada palavra, cada explicação era sentida quase como se tivesse a visualizar toda a tragédia enquanto nos relatava histórias. Os olhos enchiam-se de lágrimas facilmente. E toda a gente ouvia com muita atenção, entrava na história, engolia em seco, e deixava escapar lágrimas de compaixão por todos aqueles que ali sofreram.   
Devo salientar que nos foi informado que tendo em conta a carga psicológica forte e intensa a que estes guias estão todos os dias sujeitos que o tempo máximo que por lá permanecem é de 3-6 meses. Ou seja, não há ninguém que esteja ali por estar. Não há ninguém que "debite" as "histórias" por debitar. Todos estão porque algo os motiva. Todos estão porque têm histórias a contar. Não há ninguém que faça aquilo por fazer e que esteja lá como se tivesse num museu.
Quanto ao tirar fotos, foi nos dito explicitamente que poderíamos tirar todas as fotos que quisessemos. Que deveríamos divulgá-las para mostrar e não deixar esquecer a tragédia que ali aconteceu. Pediram-nos sim para não tirar fotos "à lá turista" do tipo daquelas que se tira quando nos encontramos em frente à Torre Eiffel, por exemplo. Cheias de poses e "olhem-para-mim-aqui-debaixo-da-torre!" Ou seja, nada de fotos de poses tipo "olhem-eu-no-maior-cemitério-do-mundo". Fotos do campo, dos edifícios. Das condições degradantes. dos objetos sim. Fotos com poses nossas não. Toda a gente cumpriu.

Um fragmento da praça nominal, onde se realizavam as paradas, com o local preparado para um sargento responsável fazer a contagem das mortes diárias... Na parada era "normal" abater judeus aleatórios de forma a perderam a noção de segurança e ficassem desnorteados. Por mais que se esforçassem durante o dia para cumprir tudo, a aleatoriedade do fuzilamento na parada desconcertava-os. 

Cercas e vedações pelo campo... Alguns (muitos) judeus optaram por se desligar da vida nestas cercas. Diziam: "podem tirar-me tudo, menos a opção que tenho para terminar a minha vida quando e como eu quero"...
O campo de concentração de Auschwitz I não foi construído pelos alemães. Era digamos, que um quartel do exército local que foi  ocupado pelos nazis. Estes fizeram dele um dos seus centros administrativos e aproveitaram parte das instalações para servir de campo de concentração. A determinada altura  a capacidade deste e dos outros campos excedeu largamente a sua capacidade e o extermínio dos judeus não se estava a dar à velocidade que os nazis desejavam. Nessa altura foi mandado construir de propósito um campo denominado de "Auschwitz II–Birkenau" que tinha como principal missão o extermínio declarado de judeus sendo chamado de lugar para a "Solução final". Este campo situa-se a meia dúzia de quilómetros Auschwitz I e voltarei a falar dele num próximo post.

Wall of Death no pátio entre Bloco 11 (prisão - Bloco da morte e das tortura e o Bloco 10 (bloco onde onde as mulheres viviam, vítimas de experiências de esterilização ) onde as execuções por fuzilamento ocorreram...
O facto de o campo de concentração de Auschwitz I ser na sua origem um quartel, fez com que as condições em que viviam os judeus fossem ligeiramente melhores do que posteriormente as condições do campo "Auschwitz II–Birkenau". Custa-me imenso dizer que as condições eram bastante melhores, porque na verdade todos sofreram e não se consegue medir sofrimentos não é verdade? Mas a verdade é que quando falar do campo "Auschwitz II–Birkenau" e vos mostrar as fotos vão perceber a diferença. Esta diferença foi salientada ao longo da visita. Imaginem portanto um quartel, transformado em campo de concentração versus um campo construído de propósito para extermínio em massa de judeus.

Câmara de gás...

Crematório...

O edifício do Gabinete do Comando...
 

26 de janeiro de 2015

4/52 de 2015



Aproveitamos o sábado de sol e fomos passear até ao centro do Porto com o baby Diogo. Eu precisava de respirar. Tomamos o pequeno almoço nas calmas, saboreamos os risos e os sorrisos de cada um de nós. Apreciamos as descobertas do Diogo, a correria atrás dos pássaros, a tentativa de subida às árvores, a sujidade nas calças e o sorriso na cara. Estes momentos são mágicos e enche-me o coração vê-lo ser feliz, solto e a ser criança como se quer.

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

25 de janeiro de 2015

Coração esticado e apertado. Ser mãe de dois.

Amanhã temos uma ecografia marcada bem cedo. Vamos ver o pequenino príncipe e eu estou mega ansiosa por isso. Quero muito saber se está tudo bem com ele e a crescer saudável como se quer. Se tem tudo no sítio e a funcionar, se está a crescer e a engordar dentro do normal. Quero saber se está perfeitinho e saudável, é isso que eu quero. E claro, se está cefálico ou sentadinho, se faz bolinhas com a boca, se chucha no dedo e se está a gostar de estar no quentinho da mamã. Quero saber isso tudo, e estou com o coração a palpitar de tanta ansiedade. Mas,... e há sempre um mas... o pai FM levou à pouco o pequeno Diogo para dormir na avó, para não ter que acordar tão cedo e sair de casa apressado, e eu estou aqui de coração apertado e pequenino. Mesmo sabendo que o Diogo está bem, sinto que estou a deixar um para ver o outro. E não deixo de pensar nisso. Mesmo sabendo que não é nada disso! Porque afinal eu pensei foi no Diogo, não acordar cedo, não ir para o frio e ficar no quentinho e miminho da avó. Coração de mãe de dois sofre. E estica, Estica muito. E cabem os dois lá. Têm de caber.

22 de janeiro de 2015

Ooohh... mas haverá coisa mais fofinha e pequenina?


Este mundo de roupinha de recém-nascido é uma perdição.
E imaginar o meu pequeno príncipe com esta roupinha? Love it. Já não falta tudo...♥

Babygrow laranjinha

21 de janeiro de 2015

Quase, quase 29 semanas.

Esta semana ando um pouco mais em baixo. Cansada, cheia de azia, batimento cardíaco muito acelerado que me faz andar sempre a respirar como se tivesse acabado de correr uma maratona. Começo também a ficar preocupada porque ainda não tenho nada preparado para a chegada do meu pequeno príncipe. A verdade é que tenho quase tudo comprado, mas nada organizado. Nada lavado, e muito menos as malas para a maternidade preparadas. Isso começa a mexer comigo. 
Quero primeiro organizar o quarto dos pequenos para depois começar a preparar as coisas mais pequeninas, os pormenores, a decoração, as roupinhas, os acessórios,...
Tenho de começar a mexer-me... para depois nas últimas semanas descansar o corpo e a mente. E mimar muito o pequeno Diogo. (como é que vou sobreviver na maternidade sem ele?! Ai este coração de mãe, a sofrer por antecipação!)

19 de janeiro de 2015

Decoração do quarto de bebé: molduras DIY.

Como já fui falando por aqui, aos pouquinhos e com toda a calma que preciso quero começar a re-decorar o quarto do baby Diogo para receber também o seu mano. O quarto será partilhado pelos dois príncipes. Por isso, hoje, parte da tarde foi dedicada a tentar criar uns quadros inspiração para colocar numa das paredes do quarto. Depois de ver imensa coisa, de ter corrido shopings e lojas online, ou não achei grande piada aos motivos, ou não condiziam com o que ando a planear, ou até morri de amores por alguns mas passou-me logo mal vi os preços. Sendo assim, optei por criar eu.

Primeiro, precisei de uma passagem pelo ikea para comprar molduras. Escolhi as mais simples, todas brancas, e de diferentes tamanhos.



Segundo passei à fase de pesquisa. Objetivo: pesquisa de imagens inspiração gratuitas para imprimir. O pinterest é um mundo no que se refere a estas imagens. E encontra-se várias, com qualidade e gratuitas. Depois imprimi as que mais gostei, em folhas brancas tipo cartolina.



O terceiro e (para já) último passo, foi montar as molduras e idealizar uma possível disposição para as colocar na parede. Depois, no momento em que o quarto estiver montado mostro aqui o resultado final, já com a disposição das molduras na devida parede. Mas fica aqui um bocadinho da minha ideia.

3/52 de 2015


A ideia era que a foto desta semana incluísse o príncipe mais pequenino, no quentinho da minha barriga. Mas o príncipe mais lindo Diogo não pára quieto, e esta foi a foto possível dos meus dois amores mais pequeninos. A fotografia possível e a melhor. O meu mundo está aqui.
(28 semanas)

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

18 de janeiro de 2015

Do fim de semana.

E aí está o fim de semana quase a terminar... o tempo para não variar voou. Ainda conseguimos fazer alguma das coisas que tínhamos planeado, entre as quais as compras do mês no hipermercado. Compras essas feitas a três - quatro! - (o baby Diogo delira quando o deixamos andar com o cesto ao nosso lado, e o tempo de andar sentado no carrinho já lá vai, agora não lhe acha grande piada). temos de ter trinta e oito olhos em cima dele mas a felicidade do pequeno compensa tudo.
Deu também para destralhar mais um armário cá de casa, desta feita o armário das minhas carteiras, lenços, cachecóis e os seus derivados. Desta vez há fotos, e depois mostro o resultado. Houve também muito mimo, muitas brincadeiras e muitos legos. Um fim de semana caseiro que me encheu o coração.
Depois houve cansaço, azia muita , mas isso não interessa nada. 

15 de janeiro de 2015

28 semanas.


E agora, gostava que as próximas semanas fossem mais calmas. Que me sentisse fisicamente bem, e que tivesse tempo para saborear cada momento com o meu pequeno príncipe ainda dentro de mim. Com calma e serenidade. Sei que vou ter saudades destes momentos em que ele é só meu. 

Balanço:
Início de gravidez: 50 kgs
28 semanas: 58 kgs

14 de janeiro de 2015

2/52 de 2015



Porque os legos continuam a ser um dos brinquedos favoritos do príncipe Diogo. Adora que eu ou o papá, nos sentemos com ele a construir casas e garagens, e torres. E pistas para carros, claro! Uma felicidade que só vista. E ai de quem se atreva a arrumar as dezenas (centenas?) de peças enquanto ainda está na brincadeira.

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

13 de janeiro de 2015

Destralhar.

Comecei este ano com o objetivo de ir destralhando várias áreas da minha vida e do meu mundo. Percebi que guardamos coisas a mais que nunca usamos, e que apenas nos atrapalha o dia a dia. Ganhei coragem e tenho deitado muita coisa ao lixo, coisas que fui guardando ao longo dos anos, sempre com aquele pensamento que um dia vou gostar de recordar, um dia vou precisar, um dia,... um dia... tretas... esse dia para a maioria das coisas não chega! E por isso, o que não tem solução e só a mim me diz respeito tenho fechado os olhos e deitado fora. O que já não uso e que está em perfeitas condições vou tentar vender a preços simbólicos, porque o que não me faz falta a mim poderá fazer alguém feliz.
Hoje, dia 13, o estado das coisas é este:
  • Suite cá de casa e respetivo wc - check!
  • Marcadores e favoritos do meu portátil - check! (nem imaginam a quantidade absurda de coisas que tinha como favoritas no meu browser, não usava nada e só me complicava a vida em vez de descomplicar!)
Aos poucos a coisa vai lá.

Quarto de menino: as minhas inspirações.

12 de janeiro de 2015

Organizar e fazer.

Começo esta semana a organizar mentalmente tudo que gostaria de cumprir e fazer. Listas. A minha mente trabalha com listas. E há muita coisa que precisa de ser feita além do descanso que terei de cumprir. Marcar consulta. Marcar visita a colégio (mesmo? ai o meu coração!) Ir a consulta. Organizar lista de coisas que faltam da farmácia, para mim e para o novo bebé. Destralhar pelo menos duas divisões da casa. Por isso, as palavras que irão reger a minha semana são: organizar e fazer. Com calma. 

Enxoval do bebé. Listas: biberões e esterilizadores.

É óbvio que as más compras de uma mãe de primeira viagem não se ficariam apenas pelas bombas de tirar leite. Na lista do enxoval do baby Diogo tinha na altura acessórios e outras coisas que me saíram bem caras, pela falta de uso que lhes dei, e outras coisas que valeram cada cêntimo gasto! 

O top:
Esterilizador Chicco para micro ondas
Esterilizador Chicco para micro ondas. 

Prático e fácil de utilizar. Não ocupa muito espaço na cozinha e após encher o recipiente de biberões, chupetas, tetinas, etc… bastam 200 ml de água e 4 minutos no microondas e temos tudo esterilizado num abrir e fechar de olhos. 
Este esterilizador foi das compras que valeram cada cêntimo e é dos acessórios de bebé mais usados cá por casa! 







O flop:
Biberão e tetinas “Step up” da Chicco
Biberão e tetinas “Step up” da Chicco. 

Precisei de usar a primeira vez um biberão, ainda o baby D. não tinha um mês. Andávamos nessa altura aflitos com a procura de uma cura milagrosa para as cólicas e queríamos experimentar o “Chá Alivit Gases da Nutriben”, para isso o D. iria ter de beber pela primeira vez de biberão. 

Durante a gravidez, achei piada a estes biberões “Step Up”: pela forma das tetinas que pretendem simular a mama e comprei um biberão e 3 tetinas: para 0, 2 e 6 meses. (Grande erro!) Ora que o príncipe Diogo não gostou nada destas tetinas e até hoje com quase dois anos não pegou uma vez que seja nelas. 

Estes biberões saíram-me caros: zero utilizações e já estão arrumados. 

10 de janeiro de 2015

Shopping para a mamã.

A minha querida Salsa nunca desilude e é para mim uma perdição. Não a achasse eu tão cara que vinham mais peças comigo. Sendo assim, vieram estas duas: um casaco que adoro (no que toca a casacos não me custa dar mais dinheiro para ter uma peça de mais qualidade, dou valor a um bom casaco) e veio também esta camisola, que tanto me dá agora para albergar a barriguinha já bem proeminente como dará para o pós-parto, para esconder a barriga que espero que desapareça o quanto antes.



9 de janeiro de 2015

A decoração do quarto de bebé.

As ideias para a decoração do quarto dos meus pequenos príncipes fervilham na minha cabeça. Em modo de recordação deixo alguns pormenores do quarto que em 2012 recebeu o meu príncipe Diogo. Agora a ideia é renovar, reutilizar e dar vida nova a algumas peças. Preciso de criar um ambiente de bebé para a chegada do príncipe mais pequeno, mas por outro lado não interferir com as rotinas e espaço do baby Diogo, que aos 2 anos já precisa de outro tipo de estímulos. Vai ser um desafio esta mudança, mas vai valer a pena e como já referi vai-me dar muito gozo!

© http://tresquartosdetudo.blogspot.pt/ (fotos de 2012)

© http://tresquartosdetudo.blogspot.pt/ (fotos de 2012)

Gravidez: semana a semana.

© http://tresquartosdetudo.blogspot.pt/

14 semanas | 18 semanas | 20 semanas | 26 semanas

E o tempo começa a voar. Parece que foi ontem que descobri que o meu mais pequenino príncipe vinha a caminho e já vamos nas 27 semanas. Agora, começa a ser urgente tratar das roupinhas, dos produtos de higiene, da decoração do quarto dos meus dois príncipes. E que prazer me vai dar tratar destas tarefas todas. Vou querer ser mais prática do que na gravidez do Diogo, no entanto estou sensível a determinados pormenores, e a decoração do quarto vai me dar muito gozo. Vou mostrando as minhas opções por aqui. Para mais tarde recordar.

Enxoval do bebé. Listas: intercomunicador.

Depois de vários pedidos de opiniões sobre intercomunicadores aqui fica resumidamente a minha experiência com a coisa. 

Por cá, desde a gravidez que se pensou nesta coisa de intercomunicadores, "ai ainda não tens intercomunicador?""vai-te fazer tanta falta", "tem de ser uma prioridade senão não vais ter vida própria" (como?!!). Bem a verdade é que de tanto ouvir palpites, lá coloquei, não muito convencida, "intercomunicador" na imensa lista de produtos e acessórios a comprar, quando se tem o primeiro filho. (Agora com o segundo a coisa é bem diferente!) Pois bem, mas como a lista tinha infinitos itens, este foi sempre ficando para o fim e o baby D. nasceu e nada de intercomunicador cá por casa. O primeiro mês passou e eu a pensar para os meus botões: "fixe, não gastamos dinheiro em mais um “empecilho” cá para casa e a verdade é que não nos fez falta nenhuma!".  

Pois bem, ora que estava redondamente enganada. No primeiro mês não fez realmente falta, porque aqui a madame e o príncipe D. não saíram praticamente do quarto!! Mas eis que apareceu o Natal, e a passagem de ano, e a aqui a mamã voltou a frequentar espaços fantásticos tais como: a sala, a cozinha, etc e tal e comecei finalmente a pensar seriamente na utilidade de um intercomunicador. Posto isto, dos 236 mil existentes no mercado queríamos um que realmente funcionasse! Lógico não? Mas há de tudo há venda, uns cuja câmara não está lá a fazer nada, pois não se distingue o bebé de um cobertor! Há outros que basta o telemóvel tocar que faz horríveis interferências e outras aberrações por aí além.

Dispensávamos câmara, vivemos num apartamento e não nos pareceu essencial. Queríamos um que desse para o transportarmos facilmente (deu um jeitaço no Natal, na passagem de ano e sempre que há jantaradas fora de casa). Queríamos que não fizesse qualquer tipo de interferência, que desse sinal ao mínimo movimento do pequeno, e se desse para falarmos para ele à distância melhor, mas senão não era por aí algo que nos tirasse o sono. Sendo assim, a escolha recaiu sobre este modelo da Chicco, super compacto, pequeno e hiper prático (traz também uma bolsinha toda catita para o guardar e transportar). Ah e ouve-se os mais pequenos movimentos do pequeno, sem interferências de nenhum aparelho cá de casa! Fantástico! É, sem dúvida, um grande aliado nesta coisa da mudança de quarto. 

Baby Control Audio Digital Compact 

Baby Control Audio Digital Compact 

  • O Baby Control Audio Digital Compact permite-lhe manter um contacto nítido e exclusivo com o seu bebé, dentro e fora de casa. 
  • A tecnologia digital DECT utilizada permite uma recepção sem interferências. 
  • Graças às suas reduzidas dimensões, os pais poderão levá-lo para onde quiserem, utilizando o estojo próprio. 
  • Este intercomunicador possui ainda um sistema de duas vias, que lhe permite comunicar com o seu filho. 
  • Dispõe também da função Activação por Voz, situada na unidade dos pais, e de uma luz de presença nocturna, situada na unidade da criança. 
  • Ambas as unidades, dos pais e da criança, podem funcionar a pilhas (pilhas recarregáveis para a unidade dos pais – incluídas no produto –, e pilhas alcalinas para a unidade da criança – não incluídas no produto) ou com o respectivo adaptador de rede (incluído).

8 de janeiro de 2015

Álbuns digitais em processamento!


E os primeiros álbuns digitais já chegaram cá a casa. A saga das resoluções de ano novo começam a ser resolvidas... a pouco e pouco vamos lá. Estes ficaram lindos, acho que não resisto em mostrar algumas fotos! Então o do casamento e o do batizado do Diogo... que sonho!

5 de janeiro de 2015

1/52 de 2015


Domingo fomos ao parque, e no auge dos teus 26 meses deliraste, e as cinquenta vezes que desceste o escorrega não te cansaram, apenas te fizeram rir, sorrir e soltar as mais deliciosas gargalhadas.

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

4 de janeiro de 2015

12 objetivos para 2015.


  • Investir num carro familiar. -- not!! Este ano foi a casa nova para o ano logo se vê.
  • Destralhar todas as divisões da casa.  -- done! nada como mudar de casa!
  • Organizar e fazer álbuns digitais de todas as fotos que estão em atraso. -- not!! Ficou a faltar o álbum da viagem a NY.
  • Renovar o quarto de bebé do Diogo e transformá-lo num quarto duplo para dois príncipes irmãos. -- março
  • Destralhar a garagem. -- done! nada como mudar de casa!
  • Fazer férias de verão a quatro, com tudo o que merecemos. -- done!
  • Fazer, pelo menos, uma escapadinha a dois. -- not!! Com muita pena minha mas foi complicado arranjar tempo a dois.
  • Trocar de casa (se não for este ano, ficará como resolução para 2016, quando a nova vida a quatro estabilizar, sem pressas).  -- junho/julho
  • Inspirar-me mais na cozinha, e programar melhor as refeições cá de casa. -- not!! Objetivo que vai transitar para o próximo ano.
  • Levar o príncipe Diogo ao Zoo, pela primeira vez. (Acho que está mais do que na altura!) -- março
  • Poupar ainda mais do que em 2014, e registar todas as minhas despesas. -- not!! Registei as despesas apenas na primeira metade do ano. Depois foi o descalabro. Tenho de melhorar.
  • Conseguir ter em agosto o peso que tinha antes de engravidar, 50kgs. (quero sentir-me poderosa na praia com os meus 3 príncipes). -- not!! Cheguei a agosto com 54kgs... faltavam 4kgs para os desejados 50kgs...

3 de janeiro de 2015

Enxoval do bebé. Listas: bombas de tirar leite.

Quando preparamos a chegada dos nossos bebecas, e principalmente quando somos mães de primeira viagem, andamos cheias de listas de tudo que poderá fazer falta após o nascimento dos nossos príncipes e princesas. As listas são intermináveis, principalmente quando se trata do primeiro filho, como foi o meu caso. Fiz questão de comprar e escolher tudo desde a chupeta, ao carrinho de passeio. 

No entanto, e em como muitas outras coisas na vida, comprei coisas que me saíram bem caras, no sentido que nem as usei! Nem uma vez para amostra! E outras que se revelaram uma mais valia e que valeram cada cêntimo gasto. Agora desta segunda gravidez. Estou mais atenta e sei bem oq ue vou precisar e do que posso simplesmente despender.

O primeiro exemplo de uma péssima compra, aconteceu com as bombas de tirar leite.

O flop:
Imagem 1
Enquanto grávida e numa promoção da Chicco entusiasmei-me e comprei a "Bomba Manual Tira Leite da Chicco", semelhante à da imagem 1. Nunca a usei! Confesso que tentei uma única vez e aquele manípulo manual é assustador. Foi a pior compra que fiz e a que menos usei.







O top:
Imagem 2
A bomba eléctrica Swing da Medela (imagem 2). Experimentei-a ainda na maternidade e tive de a comprar. Uma maravilha: confortável, e cómoda.  Nada de desconfortos e é ver-me a extrair leite e a ver televisão, completamente distraída. Foi das compras que fiz que valeu cada cêntimo gasto!




2 de janeiro de 2015

26 meses.

Estavas cheio de sono após o almoço. A birra começou aparecer e querias porque querias calçar as sapatilhas em vez das pantufas do Mickey que tanto gostas. Mas querias as sapatilhas sem meias. E assim foi, bebeste leite, calcei-te as sapatilhas sem meias e foste dormir assim. Feliz. Passaram 10 minutos e fui tirar-te as sapatilhas, cobrir-te e encher-te de mimos. Dormias a sorrir, profundamente. Acordaste agora, ouvi-te a choramingar no quarto, o que não é nada habitual em ti. Falei para ti e fui a correr abraçar-te. Encontrei-te sentado na cama, estavas triste porque estavas descalço. E sabes que descalço não podes sair da cama, porque “os pés têm frio”. E tu não saíste. E eu cheguei e calcei-te as meias. E tu ofereceste-me o maior sorriso do mundo. Aquele que me aquece o coração e me faz pensar que assim tudo vale a pena.

Sonhar. Sorrir. Acreditar. Ter fé.

Para mim, e para a maioria de nós, acredito, ano novo significa desejos e projetos novos. Não consigo iniciar um ano sem fazer projetos, idealizar sonhos e a melhor forma de os concretizar. Os 12 desejos aquando das doze badaladas foram pedidos, e invariavelmente todos eles centraram-se em questões não materiais, saúde, sorte e amor para mim e para os meus. Proteção na minha gravidez e parto. Que o meu baby pequenino nasça cheio de saúde e que o D. se mantenha saudável e protegido. Que a família que estou a construir seja inundada de sorrisos, gargalhadas e momentos felizes. Estes são os meus desejos mais profundos. Depois há os outros, aqueles com que sonho e que para os alcançar tenho de batalhar muito. Há os desejos materiais, os projetos e as viagens. E esta pequena lista ainda está a ser idealizada, com intuito de me motivar e focar ao longo destes 12 intensos meses.

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