27 de junho de 2015

Estou viva!

Estou viva. No meio de caos que é mudar de casa com dois bebês, estou viva. A ver se tudo se recompõe nos próximos dias.

22 de junho de 2015

Exaustão.

Exaustão é a palavra que melhor define o fim de semana que passou e esta segunda feira, com perspectiva de continuar pela semana fora.
O Diogo nunca fez qualquer tipo de reacção ao nascimento de dentes. E agora aos 32 meses, começou a fazer febre e a babar-se. Vai-se a ver e estão as nascer-lhe os segundos molares. E eu a pensar que esta coisa dos dentes já tinha passado. Está doentinho, chatinho, só chora e pede colo. E depois tenho o irmão que só quer mamar. Um luxo estes dias, para o papá e para a mamã. Dormir que é bom é que nada. E de sábado para domingo tivemos a nossa primeira grande noite sem dormir desde que o Diogo nasceu. Bateu todas as outras noites. Nós éramos os papás que dizíamos que nunca ficamos sem dormir com dois bebés, e agora pimba.

Depois tenho uma mudança de casa para organizar até ao próximo fim de semana. Lindo.

1,2,3... respira!

[Sim, já sei que há teorias e pediatras que dizem que o nascimento de dentes não dá febres nem reações,.. eu também dizia,... até este fim de semana!]

16 de junho de 2015

Os meus reis... by A Loja da Rainha.


A primeira compra para a casa nova tinha de ser especial. Vai na volta decidi-me por mandar fazer uns acrílicos para recordar os dias de nascimento dos meus príncipes. Nada mais especial! Encomendei na Loja da Rainha e não podia estar mais satisfeita. Mais do que aprovado! E agora é esperar para vê-los brilhar nos seus quartos novos! Lindos, lindos!

Já disse que começo a ficar ansiosa pela mudança?

15 de junho de 2015

Mamã, papá, psp estou aqui!


E porque o príncipe Diogo está numa idade em que todos os olhos são poucos. Nas férias vai ter a mãe, o pai, os avós e os tios a olhar por ele, Mas pode não chegar. E porque adora esconder-se e correr, correr, correr,... Porque brincar às escondidas é uma brincadeira delirante. Este ano não facilito e o Diogo está pela primeira vez inscrito no programa "Estou Aqui!" da PSP.

24/52 de 2015



O tempo a semana que passou não esteve agradável. E esse tempo a par da disposição que às vezes não aparece para sair com dois bebés, passamos mais tempo em casa do que o desejável. No entanto, ontem, domingo, o príncipe Diogo foi brincar um bocado com as primas. E a felicidade que é vê-lo a brincar com elas, ri, imita-as, e os seus olhos brilham de contentamento. Está cada vez mais a apreciar o estar com outros meninos e meninas e isso deixa-me um bocadinho mais descansada, imaginando que a sua entrada na escola em setembro não vá ser tão dolorosa. Pelo menos para ele, que para mim vai custar horrores.


"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

23/52 de 2015


Gosto de contemplar o Diogo a brincar. Os carros são a sua perdição. Não há brinquedo que supere a felicidade de ter meia dúzia de carros e pistas para brincar. Mas gosta sempre que estejamos ao pé dele. "Mamã quato", "Mamã popó". "Chão mamã". E finalmente, o meu pequeno príncipe começa a juntar algumas palavras... e deixa-me babada quando o ouço a chamar por mim. É indescritível. O meu coração fica aconchegado. E o que eu sonhei com este momento.  És o maior rico filho.


"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

13 de junho de 2015

Ser mãe de dois é...

... ter dias sem ter tempo para mais nada, a não ser mudar fraldas, dar de mamar, e dormitar durante as sestas deles. Há dias que me sinto uma super mãe, cheia de energia e com vontade de fazer coisas. Depois há outros que só de pensar em sair e ter de preparar 3411489 sacos para levar, dá-me vontade de não fazer nada. E pronto, hoje foi um desses dias. Vou pensar que é do tempo. É isso. A culpa é do tempo.

8 de junho de 2015

2 meses de Dinis.

2 meses do meu Dinis.


Sou mãe de dois príncipes há dois  meses. Não podia estar mais cansada mas ao mesmo tempo mais feliz. O Dinis é um bebé simpático que já sorri muito de cada vez que falamos para ele. Ainda não dorme a noite toda, mas às vezes dorme umas 4-5h seguidas de noite o que já nos deixa felizes. Gosta muito de mamar e de estar no colinho. É um bebe calmo, mas que se assusta com os gritos do mano. O mano Diogo adora ir acordá-lo e fazer-lhe cócegas. Estás feito com ele Dinis, não te larga. A cada dia que passa o Diogo interessa-se mais pelo maninho bebé, e isso deixa-me feliz.  Que sejam sempre unidos e felizes.

Para já, continuas a não gostar de chupetas. 

Cresce devagarinho para eu conseguir saborear cada minuto teu assim pequenino. Amo-te.

7 de junho de 2015

Só para ti. Avô. O meu rico avô.

Lembro-me dos dias em que me ensinavas com uma paciência infinita a melhor forma de pegar no lápis para a letra sair com uma caligrafia impecável. Repetias e repetias sem demonstrar nenhum cansaço. E ficavas feliz quando conseguia fazer textos inteiros com a caligrafia que gostavas. Guardavas cada texto como se de um tesouro se tratasse. Lembro-me, também, dos dias em que pegavas nas tesouras da poda, nas galochas, na mangueira e em mim, e íamos de sorriso nos lábios fazer o que nós gostávamos: regar, brincar, podar e chafurdar no terreno da aldeia que tanto amávamos. Lembro-me, ainda, das inúmeras vezes que repetiste constantemente e me lembravas da postura correcta que deveria tentar manter no meu dia-a-dia: “uma bailarina tem de ter um corpo de princesa. Direito. Costas sempre direitas, a postura o mais correcta possível.” Era eu, nessa a altura, uma princesa de 6 anos. Lembro-me, perfeitamente, do dia em que durante uma viagem em que tinha o prazer de te ter ao meu lado me comunicaste uma, duas e três vezes o orgulho que tinhas na condução exemplar que eu fazia: “desenrascada e atenta”. Dizias que tinha saído a ti; tu que tinhas uma paixão desmesurada pela tua profissão. Deves ter sido o único motorista dos STCP que se enganou no caminho e tentou entrar pelas portagens da A1 no sentido Porto-Lisboa… o que nos rimos à conta disso. Era eu, nessa a altura, uma princesa de 20 anos.

Tu jovem bravo empregado de cavalariça que nunca conheceu os pais, que qual menino Jesus dormiste noites e noites nas aconchegantes (como gostavas de as relembrar) palhas do celeiro... mostraste a tua força quando te apaixonaste pela menina filha dos Senhores e lutas-te, acreditas-te e conseguiste criar a melhor, a mais forte e a mais unida família de todas: a nossa!

És o nosso orgulho, e a paciência com que nos formaste e educaste a todos foi-te retribuída duplamente. Não houve uma única vez, nos momentos em que sentíamos que os teus olhos se perdiam no infinito e perguntavas tão delicadamente a quem estava ao pé de ti “se podias pernoitar na nossa casa porque infelizmente não sabias onde estavas” que não obtivesses uma resposta tão cheia de carinho que rapidamente te fazia voltar a nós. Sentia-me tão frágil nessas alturas, mas mostrei-me sempre, sempre forte…

Apresentei-te o meu namorado, dezenas de vezes, e de cada vez que o fazia enchias-me de orgulho pela festa que me (nos) fazias. Era sempre o mesmo, o meu único namorado até então, namorei quase uma década e para ti era sempre uma novidade e motivo de festa. Devias pensar que eu era mais louca do que realmente sou... Lembro-me também das inúmeras vezes que me felicitaste pela conclusão do meu curso. Tu que me quiseste ir ver desfilar de cartola pelas ruas da cidade, deste-me durante anos os parabéns pela doutora em que me tornei. Eu comecei a achar um piadão e entrava na festa, tentava situar-te e daí a nada terminávamos os dois numas sonoras e cúmplices gargalhadas. Aí percebia que tinhas voltado para mim, de mais uma cansativa viagem que a tua mente te obrigava a fazer...

No entanto, em determinado dia esqueceste-te da coisa mais importante que tinhas, do teu tesouro... esqueceste-te da tua vida: a minha avó. Aí percebemos, pela primeira vez, a tristeza que pairava no teu olhar. Doeu. Tinhas perdido o rumo.

Passado precisamente um mês disso acontecer, resolveste partir. Calmo. Sereno. Como sempre foste.

Dia 6 de Novembro era o teu dia Avô, este ano farias 90 anos!

Juntos apenas, tivemos a felicidade de festejarmos os 80, mas fizemo-lo como quem festejava os 100. Tu mereceste. E deste valor a cada minuto.

Obrigado avô por tudo. Tenho um orgulho desmedido de ti. E hei-de transmiti-lo aos meus filhos.

[Quando penso um bocadinho apercebo-me logo de onde vem a minha força. De ti. Só podia.]




[Recuperei este post de um antigo blogue meu. Porque sim. Porque hoje faz sentido. Hoje o meu coração está pequenino, ontem dia 6 de junho, fez 10 anos que nos deixaste. Como é possível, 10 anos sem ti. Das melhores pessoas que conheci. O meu avô. O meu rico avô.]

Alzheimer, és uma doença lixada! Só para que saibas.

5 de junho de 2015

One World Trade Center, New York City.

Esta semana foi inaugurado o observatório do Novo World Trade Center em New York. E após ver algumas fotos da vista fenomenal que este tem sobre a cidade, foi impossível não recordar a viagem da minha vida à cidade que nunca dorme. Já vai fazer um ano e esta viagem ainda me deixa a sonhar. 

Foram 10 dias absolutamente preenchidos e maravilhosos. Tenho pena de na data em que fui o observatório do novo World Trade Center ainda não estar aberto, sem dúvida que terei de voltar para apreciar por dentro este arranha-céus que fez bater descontroladamente o meu coração. Estar no local onde existiram as torres gémeas, onde se passou o atentado doentio que todos presenciamos em direto, fez-me arrepiar de emoção e perceber que somos mesmo muito pequeninos. O memorial com a queda de água e os nomes das vítimas é arrepiante. O museu que se situa precisamente no local dos alicerces de uma das torres é de cortar a respiração. Descemos até aos destroços, ouvimos sons, vemos imagens e vídeos daquele fatídico dia 11 e ficamos sem respiração. Observamos fotos das vitimas, carros de bombeiros derretidos pelas chamas e pelo calor intenso, pedaços das próprias torres, vídeos inéditos que nunca passaram nas televisões das câmaras de vigilância das torres,… e sentimo-nos cada vez mais pequeninos,… sem dúvida uma visita que valeu a pena. Ficam algumas fotos para mais tarde recordar.

@tresquartosdetudo.blogspot.com

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4 de junho de 2015

Ser mãe de um recém nascido é...

... tentar não respirar, não mexer um dedo para que o bebé não acorde quando adormeceu em cima de nós depois de 283627 tentativas para que adormecesse no berço. Para quê dormir num berço quando o colinho da mamã está disponível?!! 

2 de junho de 2015

22/52 de 2015


Esta é a semana que fica marcada pelo evento "Serralves em festa". Nós fomos, aliás tentamos sempre ir. E desta vez, o Diogo participou na que foi a sua primeira pintura abstrata. Fica a foto para mais tarde recordar. O Dinis, por seu lado, também se portou lindamente, foi a dormir, acordou para mamar e ficou novamente a dormir no carrinho. Mais uma manhã perfeita (fora o caos que é o, planear, organizar e sair de casa com dois miúdos! Chapéus, fraldas, lanches, água, roupas, etc, etc... uffaa). 

21/52 de 2015


Liberdade. O Diogo adora ir até à aldeia da bisavó. Por lá a palavra liberdade tem realmente significado. Ele brinca. Suja-se. Molha-se. Troca 232131 vezes de roupa e é (muito) feliz assim. É um menino de cidade mas com alma de campo. E nós temos a sorte de ter um lugar assim, onde podemos levá-lo para ser uma criança (ainda mais) livre.

[O Diogo nesta última visita à avó (talvez por já ser mais crescido e começar a ter alguma perceção do certo\errado e\ou do que é normal acontecer) quando se apercebeu que tinha os sapatos sujos de terra e molhados, começou a choramingar. E os seus olhos diziam: "mas isto não é suposto estar assim...", dissemos-lhe que ali podia, que não fazia mal, que podia brincar e sujar-se à vontade. Ele olhou novamente para os seus pezinhos, e riu... saltou na água e riu. E isto é ser feliz. É ser criança.]

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

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