31 de janeiro de 2016

Amigos de fim de semana.



O mais velho ainda não terminou o antibiótico e o mais novo começa hoje. O cansaço por aqui é mais do que muito, mas o que custa mesmo, mesmo é vê-los atrapalhados, aflitos e sem estarem bem em lado nenhum. E o Dinis vai tomar o seu primeiro antibiótico aos 9 meses... O Diogo apenas o fez aos 30 meses... Inconvenientes de ser o mano mais novo... e ter o mais velho no "infetário". :(

30 de janeiro de 2016

Bolhas de oxigénio.

De manhã lá fui eu à massagem terapêutica às costas, gostei tanto caramba! Aqueles 30 minutos souberam-me pela vida. Tentei deixar a correria dos dias do lado de fora da porta e aproveitar aqueles minutos para relaxar e esvaziar a mente. Percebi duas coisas, primeiro já não fazia uma massagem desde o tempo em que não tinha filhos (3 ou 4 anos)! Segundo: que há muito, muito tempo que não me obrigava a desligar da corrente elétrica que pauta os meus dias e semanas há muito tempo. Muitas vezes pergunto-me como é possível aguentar, e viver assim: sempre a correr. Tenho de começar a espalhar, nos nossos dias cá de casa, mais bolhas de oxigénio. Mais momentos de relax, sem horas e sem tempos marcados. E sem preocupações se a roupa está tratada, se a casa arrumada, etc, etc..

29 de janeiro de 2016

Oh yeah!

Amanhã tenho marcada uma massagem terapêutica às costas. Amanhã tenho marcada uma massagem terapêutica às costas. Amanhã tenho marcada uma massagem terapêutica às costas. Amanhã tenho marcada uma massagem terapêutica às costas. Amanhã tenho marcada uma massagem terapêutica às costas. Amanhã tenho marcada uma massagem terapêutica às costas. Oh yeah!

Desejos de aniversário.

É só em março, eu sei. Mas à velocidade que os dias e semanas vão passando e eu sem cá vir, bem que posso começar a sonhar com o meu dia.

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24 de janeiro de 2016

Ainda vai à menina?

Não. Não estou grávida. Não também não penso no terceiro filho, muito menos nos próximos tempos dado o caos que ainda habita na nossa vida com os dois pequenos príncipes. 

Mas sempre que vou a qualquer lado com os dois, ou que digo que tenho dois lindos rapazes, relembro que o mais velho tem 3 anos e o baby apenas 9 meses, não são raras as vezes que ouço a conhecida frase “E então ainda vai à menina?”. E minha gente... o que esta frase mexe com o meu sistema nervoso. Oh se mexe! Irrita-me solenemente. Por mil e duas razões, primeiro porque estou super realizada e completa com os meus dois príncipes. Se na primeira gravidez não tinha preferência quanto ao sexo, confesso que na segunda tinha uma pequena predilecção pela menina, predilecção essa que passou logo. Porque depois de ter o príncipe nos braços percebi que não havia no mundo menina que me desse tantos sorrisos como este pequeno príncipe dá. O universo sabe o que faz e o baby Dinis veio colorir ainda mais a nossa vida. E ao ver os manos tão felizes juntos só penso no quanto tudo faz sentido assim. Por isso expliquem-me porque raio é que havia de ir “tentar” a menina? Quando me dizem tal coisa, o tom com que o dizem ainda mais mexe comigo. Dizem como se me estivesse a faltar algo. Como se eu não estivesse completa com os meus rapazes. Ainda estou para perceber esta coisa de só acharem que uma mãe está completa quando “vem a menina”. Coisa irritante páh. 

Mães de meninas, também vos perguntam se vão tentar o rapaz? Digam-me que sim! Para a coisa ser mais justa! Ou dizem-vos que são umas sortudas por terem só meninas?!

17 de janeiro de 2016

Domingos bons assim...

... em que temos a certeza que temos tudo para ser felizes. O verbo "partilhar" começa a fazer sentido por aqui. Os dois brincam cada vez mais juntos. Se o baby D. não mexer nos "popós fortes" e nos "sissauros" está tudo bem.

Semanas corridas e olá domingo.


Nota-se muito que a semana passou a voar? Não consegui ligar o portátil em casa uma única vez. Segunda semana de regresso ao trabalho concluída. O tempo voa e ainda me estou adaptar às rotinas. Continuo sem tempo para mim entre fraldas e biberões. O tempo que sobra confesso que o aproveito para dormir. Acordar várias vezes durante a noite continua a ser o prato do dia e o cansaço continua a ser muito.
Os miúdos continuam super mega bem dispostos e felizes, e isso enche-me o coração. O baby D. no alto dos seus 9 meses começou a pôr-se de pé agarrado a tudo. Não está um segundo quieto e passa a vida a bater palmas. O D. mais crescido começa cada vez mais a ter brincadeiras de menino e não de bebé. Os dragões, os dinossauros e companhia entraram definitivamente no nosso mundo.

11 de janeiro de 2016

9 meses.





E no passado dia 08 o príncipe mais pequeno e sorridente cá de casa completou 9 meses. E ao contrário de todos os outros meses nesse dia eu não estive com ele a tempo inteiro. E as saudades foram muitas. Mas mesmo muitas! 9 meses do meu bebé! Bem, mas fazendo um balanço destes meses, o rapaz continua a não beber pinga de biberão. Seja do meu leite ou leite de lata. Biberão não é com ele. Chupeta idem. Nada de chupetas. Ou seja, agora que comecei a trabalhar só bebe leite, direto da maminha que coisas artificiais não é com ele, quando está comigo. De manhã e à noite. Comparado com o irmão bebe muito menos leite, acho eu. Pois o Diogo despachava, e despacha ainda hoje, 2/3 biberões de leite em dois tempos, ao longo do dia. O Dinis tem a vantagem de ser do meu leite mas começo a pensar se não precisará de mais.
Vai comendo a sopa, a fruta e as papas cada vez melhor, mas não é com a rapidez com que o mano o fazia. Mas come e isso já me agrada. Continua um bebé mega simpático. Ri-se imenso. Está sempre a bater palmas. Começa a querer por-se de pé, e se tiver ao alcance alguma coisa que se consiga segurar já se levanta sozinho. No entanto, é a gatinhar que se sente feliz e fá-lo com uma destreza e rapidez impressionante. Começa a querer brincar com tudo que o irmão tenha e vice-versa. Os próximos tempos vão ser lindos e prevejo gastar muitas horas a explicar o conceito de partilha por estes lados. Palra imenso. A toda a hora está a dizer "ta-ta-ta-tá" e ri-se. Quando está com sono e lhe apetece maminha grita "ma", "maaaa". Eu adoro ouvir!
Derrete-se todo a olhar para o mano e o mano derrete-se todo a olhar para ele. Eu derreto-me toda a apreciar a felicidade dos dois.
Não dorme nem de perto nem de longe a noite toda. E isso anda a deixar-me exausta. Por outro lado, quando me sinto com mais força, mesmo de madrugada olho para ele a mamar e sei que vou sentir umas saudades gigantes desta cumplicidade só nossa. O Dinis deita-se pelas 22h e depois acorda para mamar pelas 00h, 02h, 05h, 07h nas noites boas. Quando estou muito cansada pego nele e enfio-o na minha cama, algures durante a noite. Com o meu cheiro e calor dorme melhor e eu sinto-me preenchida. Cheia de dores nas costas é verdade, mas preenchida e com o mundo perfeito ao meu redor. Ser mãe é ser masoquista só pode.  
Que continues a ser um bebé feliz baby D. E já agora que comeces a dormir um bocadinho melhor de noite. Agradecida. 
A babada da tua mãe. ♥

10 de janeiro de 2016

O momento mais decadente aconteceu.

Acabei de assistir ao momento mais decadente da televisão portuguesa. Aliás ao momento mais decadente e triste de uma família em direto na tv. Onde? Tvi. Protagonistas? Uma tal de Bibi e Tiago. Tenho tanta pena do filho de ambos. Ninguém devia assistir a uma conversa destas. Tanta vergonha alheia. Tanta. 

As birras cá de casa – parte 1

A fase das birras dá com os pais em doidos.  Quem é mãe e quem já passou por esta fase sabe do que falo. Às vezes não sei se chore ou se ria quando cá por casa somos brindados com uma senhora dona birra. Os motivos são os mais variados e são aqueles que, a nós pais, nunca nos passariam pela cabeça. Mas pela mente dos nossos filhos em idade de birras passa tudo. Tudo! Não os subestimem! E por esse motivo, sempre que me lembrar vou registar os motivos das birras que, esporadicamente, vão passando cá por casa. Porque um dia vou-me rir disto. Eu sei que sim.

Sexta-feira, 08 janeiro 2016, 18 horas.
Cheguei a casa com os dois principes. Estava sozinha, com sacos e mochilas. Cansada, após a primeira semana de trabalho. Chuva. Muita chuva, dia cinzento. Pequeno baby D. no colo, mochila nas costas e carteira a tira colo. Diogo pela minha mão. Entramos em casa.
Ligo a luz.

Diogo – Luz não!!
ML – Luz não? Ficamos às escuras?
Diogo – Sim!! (E apaga a luz)
Diogo – Mamã, escuro nãooooo. (Começa a chorar,  aquele típico choro de birra forçado e não para mais)
Ligo a luz.
Diogo – Luz não!!!
Apaga a luz.
Diogo – Escuro não!
Acende a luz.
Diogo – Luz não!!!
ML – Pronto Diogo, a mamã e o bebé vão subir as escadas com luz porque gostamos e tu ficas aí a decidir o que preferes combinado?

Subo as escadas e tento ignorar o choro e os berros. Diogo fica sentado a chorar, já nem sabe bem porquê. 10 a 15 minutos depois sobe as escadas, com a luz acesa, como se nada se tivesse passado. Chega bem disposto ao pé de mim.
Wtf?! O que é que lhes passa pela cabeça, hein?!

9 de janeiro de 2016

Ponto de situação.

A primeira semana do ano já foi. Não custou (tanto) como eu estaria à espera. O que me custa é chegar à noite e não ter tempo nem para os meus dois príncipes mais pequeninos, nem para o marido e nem para mim! O tempo voa. As horas são poucas e quando os dois finalmente dormem eu estou pronta para dormir também. Tenho conseguido ver em média sete minutos de uma qualquer série antes de adormecer. Uma semana para ver um episódio. Uma tristeza. :) Tenho de conseguir alterar alguma coisa, caso contrário os dias parecem-me simplesmente estúpidos. Trabalho, casa, sopas, pijamas, e cama. Há qualquer que tenho de mudar.  
A verdade é que o tempo esse também não ajudou. Com tanta chuva quando chego a casa às 17:30h parece-me noite cerrada e já nem me apetece sair! Volta sol, gosto de ti!

4 de janeiro de 2016

Abençoada.

Tenho a melhor família do mundo. É isso, tive a sorte de me sair na rifa a melhor família do mundo.

Dia 1 de trabalho...

... pós licença de maternidade done! O que custou mais além das imensas saudades do cheiro e dos abraços dos príncipes sempre por perto? As mamas a latejarem senhores! Ai as mamas!!

3 de janeiro de 2016

Fim da licença. Regresso ao trabalho.

Quero acreditar que (amanhã) o regresso ao trabalho não me vai custar assim tanto quanto eu estou a imaginar. Porque na verdade sei que não é o dia de amanhã que me assusta, nem o próximo, nem o outro,... mas o que me faz ficar com o coração pequenino é pensar nas poucas horas que dia após dia, semana após semana e mês após mês irei ter para os meus príncipes. Sei que o que me vai custar é a rotina chata que por vezes se instala na nossa vida e a correria que os dias de semana nos impõem. Mas caramba, se não estou cá para contrariar isso e ir gerindo o melhor possível as coisas, respirando e aproveitando as pequenas bolhas de ar que vou conseguindo ter para ganhar forças. E aproveitar tudo, tudo. Agarrar todos os desafios, arriscar e acreditar. Quem sabe o que o futuro nos reserva? 

Tradições.

Gosto de tradições. De algumas vá. Gosto daquelas que me trazem boas recordações e me fazem sonhar. Por exemplo, gosto de fazer com que os meus príncipes acreditem no Pai Natal e na vinda dele na noite de 24 para 25. Gosto dos olhos brilhantes na manhã de dia 25 quando encontram um presente no sapatinho. Gosto de os fazer acreditar nesta magia tal como eu acreditei. Gosto de começar o ano com um presente para cada um de nós os quatro. Um mimo deixado também junto ao pinheirinho, durante a noite de passagem de ano. Faz-me começar o ano mimada e acreditar que a vida pode ser mesmo mágica. Gosto de acreditar que tudo vai correr bem e que isso só depende de nós. Gosto de acreditar em alguns sinais da vida. Como um que tivemos ontem e que nos pode fazer voltar a sonhar a quatro com algo que gostávamos e ao mesmo tempo resolver um pendente que nos incomoda. Porque o ano novo está aí e eu quero acreditar que vai ser um ano muito bom. E que isso depende de mim, e dos meus claro está.

2 de janeiro de 2016

Séries. Novas séries.

Preciso urgentemente de novas séries para ver, não que tenha muito tempo livre mas gosto de episódios no tablet caso me apeteça descontrair. Por isso aceito dicas pessoas que estejam desse lado. Digam-me o que andam a ver e o que não posso perder. 

1 de janeiro de 2016

Dia 1. Os meus 12 objetivos.


  1. Poupar mais.
  2. Desperdiçar menos tempo no telemóvel e computador.
  3. Organizar-me melhor na cozinha, programar refeições e dar maior uso à bimby.
  4. Relativizar mais e centrar-me no essencial.
  5. Cuidar mais de mim.
  6. Este é especial e fica guardado para mim, até se concretizar. 
  7. Investir num carro mais espaçoso.
  8. Fazer uma escapadinha a dois.
  9. Fazer um curso de fotografia.
  10. Organizar e fazer os álbuns digitais das fotos que tenho em atraso.
  11. Levar os príncipes ao Oceanário ou SeaLife.
  12. Ir a Fátima.
E assim sem mais demoras e sem nada de muito elaborado os objetivos estão traçados. Simples, como se quer. Depois é amar muito e agradecer cada dia.

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