18 de agosto de 2017

Varicela second round.

E hoje, precisamente 15 dias após o primeiro sintoma de varicela do Diogo. Surge a primeira borbulha no Dinis. A ver vamos como corre e como nos safamos com a logística de férias, miúdos e varicela. Oh sorte...

16 de agosto de 2017

7 dicas para viajar com crianças.

Ao longo dos posts que fui fazendo sobre a viagem a Paris fui recebendo uma ou outra questão sobre a parte logística da coisa. Viajar com crianças não é fácil e a palavra de ordem foi descomplicar. 
As dicas são apenas e só, opções nossas, que fomos tomando tendo em conta a fase em que estão os nossos pequenos. Acho que estas opções se vão alterando conforme a idade e a maturidade deles para saírem das suas rotinas e zona de conforto. Por exemplo, na nossa primeira viagem de avião a quatro, fomos a Madrid como podem ver aqui, optamos por levar o carrinho de bebé com a plataforma "skate" para andar o Diogo. Foi essencial ter o carrinho nessa altura e correu tudo maravilhosamente bem (tinham 1 e 3 anos).
Este ano, já com 2 e 4 anos respetivamente, e sabendo nós que o mais novo está na fase em que só quer imitar o mais velho e como o Diogo já não anda no carrinho nem no skate, estava bom de ver que o Dinis se ia recusar a andar no carrinho. E logo à partida optamos por nem o levar. Íamos comprar birras desnecessárias e depois acabaríamos por ter de andar atentos aos dois a correr pelo chão e ainda ter de empurrar\carregar um carrinho. Naaa... essa guerra não compramos e fomos à aventura sem carrinho de bebé!
Sendo assim, aqui ficam 7 dicas ou melhor 7 curiosidades sobre a nossa viagem a Paris e a logística da coisa:

  1. Não levamos sopa nem fruta apenas e só: água, cereais, bolachas e snacks. Que foram comendo durante o voo e também deu para os primeiros lanches em Paris.
  2. Não levamos carrinho de bebé.
  3. Não comeram nenhuma vez sopa. E eles são dois meninos que comem sopa todos mas todos os dias ao almoço e ao jantar. Foi a exceção à regra. Descomplicamos.
  4. Compramos iogurtes e bolachas e baguetes francesas para ter em casa e andar sempre connosco na mochila. Eles adaptaram-se super bem.
  5. Levamos apenas duas malas de cabine e duas mochilas às costas. Acho que para a próxima conseguimos descomplicar mais, pois o Dinis ainda usa fraldas e optei por levar fraldas para os 5 dias que lá estivemos, o que ocupa o seu espaço.
  6. Todos os dias íamos dormir a sesta ao apartamento que alugamos. Fazia-lhes bem a eles que acalmavam, ganhavam energia e bom humor e sabíamos muito bem a nós. 
  7. Apesar de termos alugado um apartamento bem no centro de Paris, não fizemos refeição nenhuma em casa a não ser o pequeno almoço. Por tão poucos dias achamos que não se justifca e aproveitamos para conhecer restaurantes locais. Eles adaptaram-se lindamente aos novos sabores.

15 de agosto de 2017

5 hábitos que tenho de implementar.








1 – Beber mais água. Esta é básica, e é daquelas coisas que todos sabemos que o devemos fazer mas por mais lembretes, por mais avisos, por mais garrafas bonitas que compre e estratégias que implemente está difícil conseguir beber 2 litros de água por dia. 

2 – Comer mais fruta. E aqui a minha meta é básica: quero conseguir comer uma peça de fruta por dia. Sou só eu que não como? Acho sempre que há outras coisas mais tentadoras do que uma peça de fruta para saciar a fome. 

3 – Jantar a dois, duas vezes por mês. Preciso de mais tempo para estar com a minha pessoa a sós. Sem os miúdos que estão numa fase super cansativa de tão elétricos que andam. Preciso de tempo a dois sem berros, e sem conversas sobre fraldas, sonos e afins. Quero uma vez de quinze em quinze dias ter uma noite só minha, só nossa. 

4 – Pensar mais em mim. Não voltar adiar manicure e pedicure apenas e porque me sinto culpada por deixá-los sem a minha companhia mais tempo do que aquele em que estou a trabalhar. Às vezes culpo-me e adio coisas minhas que não podem ser consideradas um luxo, pois são também a minha fonte de bem estar: cabeleireiro, compras, manicure, pedicure,.. coisas fúteis sim... mas que com conta, peso e medida me fazem sentir especial e me ajudam a sorrir. 

5 – Inscrever-me em mais um curso (ou workshop) que me realize, neste último trimestre do ano. Faz-me bem investir em mim em coisas extra trabalho. É aquele momento e tempo só meu. 

Em dezembro comprometo-te a fazer o balanço destas cinco mini metas, que pretendo implementar logo após férias.

Photo by Sarah Dorweiler on Unsplash

14 de agosto de 2017

Séries: Big Little Lies.




Bullying, violência doméstica, competitividade feminina, casamentos felizes ou aparentemente felizes, crime,... são os ingredientes desta mini série de sete episódios que me prendeu desde o primeiro minuto. A série começa com um crime mas onde não se percebe qual o tipo de crime, nem quem o cometeu nem quem o sofreu. Cada episódio tem, aproximadamente, uma hora de duração. Hora essa em que somos transportados para um mundo sobre o dia a dia de famílias aparentemente “perfeitas”, daquelas em que olhamos e pensamos “mas que ricas vidas” e vamos entrando lentamente na vida destas famílias de estatuto social elevado. Tudo parece superficial e perfeito. Até que as portas de cada uma das casas se vão abrindo e nós vamos percebendo que uma coisa é o estatuto social e o “aparentar ser”, e outra bem diferente é a realidade que se passa dentro de portas. Porque no fundo cada uma destas famílias “perfeitas” enfrenta diversos problemas. Problemas que qualquer família “normal” podia enfrentar. Questões existenciais, amores mal resolvidos, dúvidas sobre a educação dos filhos,.. Uma série real que nos faz pensar mais uma vez que toda a gente pode mostrar que a vida é só cor da rosa, mas só que não. Nunca o é.
Gostei.

12 de agosto de 2017

Férias!


E finalmente estou de férias! Tão bom! Estou super ansiosa por pisar areia, ansiosa por ver os meus príncipes a brincar juntos, de pés descalços, como nesta foto. Claro que sonho com praia, mar, sol, mergulhos e gargalhadas. Mas para já estamos em modo "cuidar da varicela" do Diogo. O meu pequeno Dinis ainda não tem sinais nenhuns... a ver vamos...   

10 de agosto de 2017

Viajar com crianças. Paris. Dia 5.

O quinto dia foi o último dia em Paris. Acordamos, arranjamos as malas e saímos para explorar as redondezas e tomar o pequeno almoço numa esplanada com todo o tempo do mundo. Eles brincaram na rua e exploraram as redondezas.


Depois e, como já tínhamos prometido aos pequenos iríamos visitar e explorar a famosa loja Lego que existe no Forum des Halles. Escusado será dizer que foi a loucura e que passamos horas lá dentro. Escolheram um presente cada um, uma recordação da nossa visita a Paris e que os deixou entretidos durante todas as horas de viagem que ainda nos esperavam até ao Porto.






Para os fãs de legos a loja vale a visita, é quase um pequeno museu e onde existe uma variedade de legos incrível. Há também zonas de lazer para os mais pequenos onde podem explorar novas construções com peças diferentes das que têm habitualmente em casa. Foi um sucesso esta manhã na loja da lego. Como estávamos com as malas, deu-nos muito jeito porque assim não andamos com elas de um lado para o outro. Foi aposta ganha termos deixado esta visita para o último dia. 






Depois almoçamos calmamente e fomos apanhar o autocarro que nos levou até ao aeroporto. E sim, esta viagem foi cansativa mas tão boa que deixou saudades. Viajar é uma paixão, sem dúvida! E aos pouquinhos aprendemos a viajar em família.


9 de agosto de 2017

Varicela.

O Diogo está com varicela a poucos dias das nossas tão aguardadas férias de verão. O mais novo ainda não teve varicela. A ver vamos o que nos espera os próximos dias. Oh sorte! 
E sair-me o euromilhões não era bem mais giro?

1 de agosto de 2017

A maternidade é um lugar estranho.

Cá em casa andamos todos a precisar de férias. Nós adultos andamos cansados, eles... os miúdos, andam numa fase cheia de energia, e não param um segundo. Deixam-nos loucos. E isto tem sido um pouco caótico de gerir. Mas quando eles, os miúdos mas giros de todos, não estão em casa... quando a casa é invadida por um silêncio ensurdecedor... eu tenho saudades do caos que é quando eles estão. A maternidade é assim estranha, não é? 



28 de julho de 2017

Viajar com crianças. Paris. Dia 4.

Este foi o dia mas fácil. E porquê? Porque já estava com o coração cheio de ter tido 3 dias tão intensos e que tinham corrido tão bem, que este quarto dia foi para usufruirmos da cidade em todo o seu esplendor. Os miúdos já estavam cansados, era notório. Sentimos que nos iam pedir muito mais colo do que nos dias anteriores e então resolvemos respirar a cidade com toda a calma, e sem grandes expectativas. 




Começamos por apanhar o metro até à Place de la Concorde. Espreitamos o Jardin des Tuileries e depois percorremos a pé um longo caminho mesmo junto ao Sena. 




Os pequenos iam explorando a zona, admiravam-se com os “barco-casas” que íamos encontrando até chegarmos à famosa Pont Alexandre III. Linda que só ela esta ponte. Adoro.



Bem, atravessamos a ponte, e caminhamos até ao Hotêl dos Invalides, sempre com a torre Eiffeil em vista. Continuamos pela Ecole Militaire e aterramos no Parc Champ de Mars mesmo junto à torre Eiffeil. Aqui descalçamos as sapatilhas, compramos umas baguetes francesas e fizemos um piquenique.



Os miúdos deliraram, fizeram ginástica, brincaram e correram até mais não. O tempo ajudou, e nós descansamos e admiramos mais uma vez a imponência desta obra de arte, símbolo de Paris.



Já satisfeitos de brincadeiras e de barriga composta fomos até à Opera National de Paris e, também, espreitar as majestosas e luxuosas Galeries Lafayette que ficam mesmo ao lado.



Mas bem, depois voltamos ao apartamento e depois de umas belas sestas o melhor do da ainda estava para vir. Aproveitando o por do sol, e a bela luz de Paris fizemos um passeio de barco para descobrir Paris de outro modo. Nós adoramos e os miúdos deliraram. Que passeio deslumbrante para finalizar, em beleza, um dia que me deixa tantas saudades!








22 de julho de 2017

SEA LIFE Porto

Hoje foi dia de rumar ao Sea Life e dar a conhecer aos pequenos o aquário aqui da nossa cidade. Eles deliraram com os peixes, com as raias e com a tartaruga gigante que por lá andava. Eu não contava mas, tanto um como o outro, tiveram medo dos tubarões. Sempre que viam um achavam que ia comer as raias e, então escondiam-se os dois para não verem o "terrível desfecho que estavam a imaginar". Quanto a mim, gostei do espaço, cuidado, limpo e com funcionários atenciosos para com as crianças.  O novo espaço exterior precisa ainda de umas sombras e de um ou outro divertimento para crianças mais pequenas. Mas este pequeno recanto exterior com mesas, um pequeno café, escorregas e relva para correrem dá muito jeito para fazer uma paragem a meio do percurso e aproveitar para dar o lanche aos miúdos.
Não se compara com o Oceanário de Lisboa, e não acho que tem de haver essa comparação, são distintos. Não achei o Sea Life pequeno, se fosse maior acho que ia ter de andar com os dois príncipes ao colo porque não aguentavam mais. No entanto, achei bastante caro: 13,50€ adultos e 9,50€ crianças dos 4 aos 11. Fica a dica para comprarem bilhetes online que fica um pouco mais barato.








15 de julho de 2017

Coisas aleatórias que ocupam a minha mente.

Passei o dia nostálgica. As saudades que eu tenho de ter silêncio em casa, de não ter horas para acordar ao fim de semana. Que saudades que eu tenho de ter o meu tempo. De sentir que faço alguma coisa por mim e para mim. Que saudades que eu tenho de sentir que tenho tudo organizado e tempo para estar pausadamente a desfrutar da companhia do meu rapaz. Que saudades que eu tenho dos fins de semana sem horas só com a minha pessoa. 
Os miúdos estão numa fase mesmo cansativa. Só querem a mãe para tudo (ai esta ligação dos rapazes com as mães tão especial mas tão exaustiva!). Estão numa fase em que têm dois milhões e mais alguns brinquedos mas querem sempre brincar com o mesmo. Mesmo que existam dois iguais, arranjam sempre forma de querer o mesmo porque há sempre qualquer coisa diferente. Competem em tudo: por quem chega primeiro à garagem, quem chama o elevador, quem toca à campanha, quem se agarra mais à mãe,... uma canseira. Às vezes dou por mim a querer andar e tenho um agarrado a cada perna. E chego a andar assim cá em casa (às vezes até disputam a mesma perna!). E eu pergunto: "meninos e se eu tivesse mais um filho como é que resolvíamos isto?", resposta pronta: "olha era mas um que ficava a chorar". Mãe sofre...

12 de julho de 2017

Conversas de um miúdo de 4 anos. Chupar.

Cenário: um parque infantil.
Diogo estava a brincar com um frasquinho de bolas de sabão. Ele fazia e outros meninos corriam sorridentes atrás das bolas que voavam. Até que uma menina, a Maria, lhe pediu para ser ela a fazer. Ele passa-lhe o frasco e ela olhou para o frasco meio desconfiada sem saber muito bem como fazer. Vai daí, prontamente, declara o Diogo:
- "Chupa Maria! Chupa!"
Risota geral entre os pais que assistiam à cena!
- "Não é chupa, Diogo. É sopra!" - tento eu esclarecer já perdida de riso.

10 de julho de 2017

Foi há 1 ano! Às vezes ainda parece irreal!


"Pouco importa... pouco importa... 
 Se jogamos bem ou mal... 
Queremos é levar a taça para o nosso Portugal!"

Ai que somos tão solidários mas tão pouco cívicos!

Portugal é um país solidário. Dizem. Eu acredito. Mas somos tão mas tão pouco cívicos.

Saio de trabalhar e começo mentalmente a delinear o percurso que tenho de fazer e todas as tarefas que tenho de cumprir até me sentar para jantar. Ir buscar "isto", ver se ainda chego a horas para levantar "aquilo",  ligar avó para saber como estão os miúdos, sincronizar-me com o marido, etc, etc...
Estaciono o carro num dos locais onde precisava de ir. Saliento que estaciono num local próprio para estacionamento. Tudo direitinho, portanto. Já estão adivinhar o que se passou certo? Mas bem, vou tratar do que preciso e demoro 5 min até voltar ao carro. E eis que alguém estacionou em segunda fila, de tal forma que me impedia de sair. Respiro e penso: alguém me está a ver. Não, não estavam. Passam 2 minutos, ninguém aparece e buzino só para mostrar que estou ali. Passam 15 minutos e já eu toda buzinava! Passam 30 minutos e eu estava quase quase a chamar a polícia e surgem 2 homens que calmamente entram no seu carro e partem. Sem uma palavra. Sem um gesto. Nada. Pegam no carro e vão à vidinha deles!
Estive 30 minutos ali à espera apenas e porque fiz questão de estacionar num dos locais devidos!! Estes seres chegam, estacionam onde querem, despacham a vidinha deles e seguem a sua rotina normal! Estou possessa! Que falta de tudo! 

8 de julho de 2017

Viajar com crianças. Paris. Dia 3.

Este era o dia mais aguardado. Não só porque o papá fazia anos mas como era o dia em que íamos finalmente subir à Torre Eiffel (deixamos passar o fim de semana imaginando que a confusão nesses dias fosse maior), e eles só por isso acordaram entusiasmadíssimos. Foi o dia que aproveitamos para passear, e brincar muito. Bem, acordamos e depois do pequeno almoço fomos de metro até à zona do Trocadéro e mal saímos da estação ficamos todos fascinados com a imponência da Torre. (De salientar que o Diogo ia no metro como se tivesse andado de metro a vida toda. Queria ir sozinho, na maioria das vezes de pé, e sempre admirar toda a gente.)







Por mais vezes que visitemos Paris, por mais anos que passem a Torre continua deslumbrante e avassaladora. Que imponente que é esta torre!
Claro está que o fascínio pela Torre passou em menos de 2 minutos aos meus ricos filhos. Rapidamente descobriram que o chão em mármore, na zona do Trocadéro, dava uns fabulosos escorregas e não mais pararam de escorregar durante longos e longos minutos. 



E pronto já com os pequenos bem sujinhos e felizes começamos a descer pelos jardins do Trocadéro até junto à Torre. Saliento só o grande perímetro de segurança mesmo antes de chegar à torre. O risco de atentado está no auge e foi essa a grande diferença que senti desta visita a Paris relativamente às outras duas vezes que lá tinha estado: o nível de segurança, o exército nas ruas, as revistas e mais revistas em todo o lado que íamos.
Mas bem, com risco de atentado ou não, não resistimos e subimos à torre. E a vista sobre Paris continua mágica! Que vista! Que imponência. Que grandiosidade.









É tal o fascínio que a torre exerce em nós que optamos por almoçar mesmo ali, num jardim mesmo ao lado. Fizemos um piquenique na relva com baguetes francesas e mais uma vez os miúdos aproveitaram para correr e gastar energias.




Depois já de barriga cheia fomos passear junto ao Rio Sena, fomos a pé até à Ponte de l'Alma. Onde se encontra a Chama da Liberdade. É uma estátua, que apesar de não ter sido construída com esse propósito, o facto de estar sobre o túnel onde a princesa Diana morreu, passou a ser um memorial não oficial à princesa. E são várias as flores, velas, bilhetes e fotografias que ainda se vê por lá... quase 20 anos após a sua morte! 



Bem, o dia ia longo e após esta caminhada fomos até ao apartamento dormir a sesta. E que bem que nos soube a todos! Ao final do dia, saímos para jantar e comemorar o aniversário do papá. Os príncipes já tinham as energias carregadas e não faltou boa energia e muitos sorrisos. E birras pelo meio, claro está, mas isso já sabemos que faz sempre parte do pacote!

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